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Dólar hoje sobe após tombo na véspera sob influência do exterior

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Dólar hoje sobe após tombo na véspera sob influência do exterior
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Investidores monitoram o noticiário sobre a guerra no Oriente Médio e o cenário político brasileiro.

O dólar à vista opera com alta perante o real nesta terça-feira (19), após a divisa americana recuar abaixo de R$ 5 na sessão anterior, acompanhando o avanço da moeda norte-americana no exterior, com investidores monitorando o noticiário sobre a guerra no Oriente Médio e o cenário político brasileiro, após nova pesquisa eleitoral mostrar queda do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na corrida presidencial.

Às 9h10, o dólar à vista subia 0,47%, cotado a R$ 5,022 na venda. O dólar futuro para junho – atualmente o mais líquido no mercado brasileiro – avançava 0,60% na B3, aos R$ 5,037.

Na segunda-feira, a moeda norte-americana à vista fechou o dia com queda de 1,34%, aos R$4,9987.

Às 11h30, o BC realiza leilão de 50.000 contratos de swap cambial tradicional para rolagem do vencimento de 1º de junho.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,021
  • Venda: R$ 5,022

A divisa americana se fortalece nesta terça, com investidores focados em uma possível mudança de postura do Federal Reserve (Fed) para conter a inflação impulsionada pela energia, enquanto a incerteza sobre um possível acordo de paz no Oriente Médio também afetou o sentimento do mercado.

 

O presidente dos EUA, Donald Trump, disse na segunda-feira que agora existe uma “chance muito boa” de se chegar a um acordo que limite o programa nuclear do Irã. No entanto, os termos da mais recente proposta de paz de Teerã, conforme descritos nos relatórios iranianos, parecem ter sofrido poucas alterações em relação à oferta anterior do Irã, que Trump rejeitou na semana passada como “lixo”.

Os investidores agora precificam uma probabilidade de 48,5% de que o Fed possa aumentar as taxas de juros em dezembro e uma probabilidade de 98,8% de que as mantenha inalteradas em sua próxima reunião, em junho, segundo a ferramenta FedWatch da CME.

(Com Reuters)

FONTE/CRÉDITOS: Ativa Mix/ Felipe Moreira/ InfoMoney
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