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Dólar hoje avança após Bolsonaro confirmar apoio à candidatura de Flávio

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Dólar hoje avança após Bolsonaro confirmar apoio à candidatura de Flávio
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No exterior, com a aproximação do novo ano, investidores acompanham de perto o ritmo e a magnitude de eventuais cortes de juros pelo Fed.

O dólar à vista opera com alta ante o real nesta sexta-feira (26), após o ex-presidente Jair Bolsonaro ter confirmado na véspera o apoio à candidatura de seu filho Flávio, senador pelo PL, à Presidência em 2026, enquanto no exterior a moeda norte-americana exibe ganhos leves ante as demais moedas fortes.

Às 10h30, o Banco Central realizará dois leilões de linha (venda de dólares com compromisso de recompra) no valor total de US$2 bilhões. As vendas de moeda ao mercado serão liquidadas em 30 de dezembro, enquanto as recompras ocorrerão em 3 de fevereiro de 2026 (leilão A) e 5 de maio de 2026 (leilão B).

Às 9h08, o dólar à vista subia 0,24%, aos R$ 5,549 na venda. O contrato de dólar futuro para janeiro – atualmente o mais líquido no Brasil – avançava 0,42% na B3, aos R$ 5,553.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,548
  • Venda: R$ 5,549

Bolsonaro escreveu uma carta à mão para confirmar sua decisão pouco antes de passar por uma cirurgia de hérnia inguinal bilateral em Brasília. Após a operação, a equipe do ex-presidente divulgou boletim citando necessidade de nova análise de “procedimento intervencionista” nos próximos dias diante dos soluços apresentados por Bolsonaro.

No exterior, com a aproximação do novo ano, investidores acompanham de perto o ritmo e a magnitude de eventuais cortes de juros pelo Federal Reserve. Operadores já precificam ao menos duas reduções da taxa básica em 2026, embora não esperem uma primeira ação do Fed antes de junho.

Os investidores também aguardam que o presidente norte-americano, Donald Trump, indique um novo chair para o Fed, substituindo Jerome Powell, cujo mandato termina em maio, e qualquer sinal da decisão de Trump pode influenciar os mercados na próxima semana.

(Com Reuters)

FONTE/CRÉDITOS: Ativa Mix/ Felipe Moreira/ Agências de notícias/ InfoMoney
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