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Cotação do dólar neste quarta-feira com a estabilidade comercial

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Cotação do dólar neste quarta-feira com a estabilidade comercial
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Dólar hoje ronda estabilidade com dados do mercado de trabalho nos EUA no radar.

Esses dados podem definir as perspectivas de taxas de juros do Federal Reserve (Fed).
 
O dólar à vista opera perto da estabilidade ante o real nesta quarta-feira (7), com traderes à espera de uma série de dados econômicos dos EUA que podem definir as perspectivas de taxas de juros do Federal Reserve (Fed), um fator que os investidores consideram mais importante para as moedas do que as tensões geopolíticas em curso.
 
Às 9h11, a moeda norte-americana à vista subia 0,03%, aos R$ 5,381 na venda. O contrato de dólar futuro para fevereiro — atualmente o mais líquido no Brasil — cedia 0,60% na B3, aos R$5,4155.
Na terça-feira, o dólar fechou cotado a R$5,3819, em baixa de 0,43%.

Às 11h30 o Banco Central realiza leilão de 50.000 contratos de swap cambial para rolagem do vencimento de 2 de fevereiro.

Dólar comercial

  • Compra: R$ 5,381
  • Venda: R$ 5,381

Até o momento, os mercados têm ignorado em grande parte o aprofundamento das fraturas geopolíticas em todo o mundo, com as ações em alta e as moedas e títulos praticamente inalterados após a intervenção dos EUA na Venezuela e a captura do presidente Nicolás Maduro.

O dólar opera em compasso de espera, com investidores aguardando uma série de dados do mercado de trabalho dos EUA, com números sobre folhas de pagamento privadas e vagas de emprego previstos para o final do dia, antes do relatório de folhas de pagamento não agrícolas de sexta-feira, que é acompanhado de perto.

Os mercados continuam convencidos de que o BC dos EUA reduzirá as taxas de juros mais duas vezes este ano. Embora as crescentes divisões dentro do Fed e a iminente escolha do presidente dos EUA, Donald Trump, para o próximo presidente do Fed tenham complicado ainda mais as perspectivas para a política monetária dos EUA.

(Com Reuters).

FONTE/CRÉDITOS: Ativa Mix/ Felipe Moreira/ Agências de notícias/InfoMoney
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